A Politica da Saúde – primeiro debate da tertúlia “1 ano depois da troika”

Decorreu quinta-feira passada a primeira de três sessões:

 

A Política da Saúde

Moderador: Adalberto Campos Fernandes, pergunta de abertura: temos razões para estar satisfeitos com o primeiro ano da troika?

As respostas: não há razão para grande alegria, dado o motivo da existência da troika.

Para estarmos mais satisfeitos, devia-se ver o tratamento e acompanhamento da doença crónica. São muitas medidas. A maior parte delas era

Não foi unânime a interpretação dos dados sobre alteração do recurso aos cuidados de saúde (aumento de consultas, redução de urgências).

Foi apontada a falta de um plano estratégico.

Foi defendido que para manter o SNS não é necessário que o Estado seja o prestador directo de todos os serviços.

É um problema o estado não cumprir com os compromissos assumidos em termos financeiros.

Adalberto: No segundo aniversário como imagina que será a festa?

Assumir discurso estratégico em que se assumam mudanças.

Valorizar o plano nacional de saúde, na actuação das ARS.

Houve intervenções, para além dos convidados e moderador, de João Varanda Fernandes, A Gentil Martins, eFranklin Ramos.

E já estão as cadeiras à espera do próximo debate.

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