Afinal, há ou não médicos a mais em Portugal?

é o título do trabalho saído no Jornal de Negócios de hoje e assinado por Marlene Carriço.

Associadas à discussão do número total de médicos estão duas outras perguntas:

a) a distribuição geográfica de médicos é a adequada?

b) a distribuição por especialidades é a adequada?

No primeiro caso, pode-se actuar sobre mobilidade espacial.

No segundo caso, segundo muito difícil a mobilidade entre especialidades (ou mesmo não existente), a resposta tem que ser pela formação.

A peça de informação que me falta nesta discussão é a resposta à pergunta: qual o ponto de referência de actividade para saber se temos médicos a mais, e com que produtividade?

Por exemplo, no caso da medicina geral e familiar, tenho ouvido diferentes visões consoante a forma de elaboração das listas de doentes a cargo de cada médico. No caso de especialidades hospitalares, falta-me conhecer a comparação entre produtividades de médicos em diferentes hospitais.

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